Formas alternativas de pagamento podem trazer vantagens em relação ao
tradicional financiamento.
O financiamento não é a única forma de comprar um carro a prazo. O mercado
oferece também o leasing e o consórcio, produtos não tão populares devido à
abundância da modalidade de financiamento. Mas, em algumas ocasiões, eles podem
esconder um bom negócio para você. O leasing não é a rigor um financiamento, mas
sim uma espécie de aluguel, no qual quem aluga tem a opção de comprar o bem ao
fim do contrato. Na prática, é o banco que compra o automóvel, que fica em seu
nome enquanto o arrendatário pagar um aluguel mensal por um período
pré-determinado – pelo menos dois anos. Esse “aluguel” pode ser mais barato que
os juros do financiamento em alguns casos, tornando o leasing uma opção mais
interessante, embora com algumas restrições.
A vantagem do leasing são as parcelas menores e é indicado para quem não
consegue dar entrada já que, em alguns casos, o banco arrenda 100% do bem, e
quer ter prazos longos. Além disso, o leasing não é considerado empréstimo e,
assim, as linhas de crédito do cliente permanecem inalteradas. No entanto, a
grande desvantagem é que, como o automóvel fica no nome do banco, em caso de
atraso nas parcelas, o cliente pode perder o bem mais facilmente.
O consórcio – como o cheque pré-datado – é uma invenção brasileira. Ele
consiste em um grupo de pessoas que se une para pagar um valor mensal por uma
quantidade de meses previamente determinada e adquirir o veículo. A vantagem é
que não há juros, uma vez que as administradoras de consórcio, fiscalizada pelo
Banco Central, não visam lucro.
O consorciado ou cotista se auto-financia e precisa pagar apenas a taxa de
administração e o fundo de reserva, que garantem a contemplação da carta de
crédito ao sorteado. Os participantes do consórcio podem antecipar o recebimento
do crédito, que posteriormente é utilizado no veículo, por meio de um lance ou
de sorteios.
Existem duas maneiras de participar de um consórcio: por meio de grupo em
formação ? a administradora ainda está reunindo as pessoas para determinar o
crédito e o tempo ? e os grupos já formados ? por meio de aquisição ou
transferência de cota. Aqui, o consorciado precisa quitar, de alguma maneira, o
valor já pago pelo cotista anterior.
A desvantagem é que não se usufrui do automóvel desde o início do pagamento,
já que os prêmios são contemplados por meio de sorteio. Dessa forma, essa é uma
modalidade indicada para quem não precisa do veículo na hora.
Reforte Seguros
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