Comprar um carro novo é um evento especial e um investimento razoavelmente
elevado. Por isso, ainda que você tenha se decidido por um determinado modelo
por uma série de outras razões (como design, preço ou confiança na marca), é
imprescindível fazer um test-drive antes de assinar o cheque.
Dessa forma, você não vai correr o risco de ter que conviver com um modelo
que apresenta alguma característica que você não tolera. Veja, abaixo, as
dicas.
Primeiro, encare o test-drive com seriedade. Isso significa não só
prestar a máxima atenção nos detalhes do carro, mas deixar isso evidente – o que
ajuda a convencer o vendedor que você está mesmo interessado em comprar o
veículo e, em contrapartida, fornecer todas as informações que você precisa de
forma clara e objetiva.
Ao pesquisar opções para o futuro morador da garagem, vale a pena pensar
quais são as características mais compatíveis com as condições a que o carro vai
ser submetido. Por exemplo, se você pega trânsito intenso, ladeiras ou ruas
esburacadas, estradas asfaltadas ou de terra, entre outros.
Esse tipo de demanda deve estar em sua cabeça na hora do test-drive. A
avaliação, aliás, começa antes de ligar o motor. Sente-se no banco do motorista
e analise o acesso aos comandos básicos do carro, itens do console, painel e a
praticidade dos porta-objetos espalhados na parte interna. Ajuste o banco com
atenção e veja se você encontra uma posição confortável de dirigir.
E, antes de sair com o carro, combine o tempo do test-drive com o vendedor.
Uma simples voltinha no quarteirão não servirá para você avaliar o carro. Vale,
antes de ir até a concessionária, planejar um trajeto que contemple as situações
de seu dia-a-dia que você listou anteriormente.
Não ligue o rádio durante o trajeto e evite conversas que tirem o seu foco da
avaliação do veículo. Um carro novo dificilmente terá barulhos que
inevitavelmente aparecem em um usado, mas é essencial você fazer, por exemplo,
uma comparação do nível de ruído com o carro que você possui atualmente.
Tente avaliar os mais diversos aspectos do carro, sempre tendo em mente as
situações de uso mais constante.
Por exemplo: como a suspensão se comporta em
curvas ou em uma rua esburacada; se, em trânsito intenso, o motor tem uma boa
elasticidade. Lembre-se que, assim como o design dos modelos varia muito, o seu
comportamento também acaba sendo bem diferente em determinadas
situações.
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